quarta-feira, 17 de abril de 2013

Resenha: O Guia do Mochileiro das Galáxias Vol. 1




Nome: O Guia do Mochileiro das Galáxias
Autor: Douglas Adams
   Editora: Sextante
Minha Classificação (0-5): 5
Compre: Submarino - Americanas 


Sinopse: Arthur Dent tem sua casa e seu planeta (sim, a Terra) destruídos em um mesmo dia, e parte pela galáxia com seu amigo Ford, que acaba de revelar que na verdade nasceu em um pequeno planeta perto de Betelgeuse.
Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, este livro vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado. Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect. A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário. Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da "alta cultura" e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.


Sim, eu não sei como começar essa resenha.
No Prefácio, escrito por Bradley Trevor Greive, diz assim:

"Como um todo, Douglas Adams era um indivíduo extraordinário, que deixou um enorme vazio nesta dimensão quando morreu subitamente de um ataque cardíaco, no dia 11 de maio de 2001. Muitas pessoas sentem uma enorme falta dele, mesmo aquelas que, como eu, nunca apertaram sua mão. Depois de ler este livro você entenderá o porquê."
(Página 9)

E eu só posso dizer que depois de ler este livro, tudo o que mais quero agora é encontrá-lo (o Adams), apertar sua mão e dizer: Você é incrível! Mas, infelizmente não poderei ter esse privilégio, e terei que conviver com a insatisfação de não poder dizer à ele o quanto eu estive feliz durante essa leitura, como esse livro me despertou sorrisos e me fez pensar. Sei que essa resenha ficará horrível pelo simples fato de eu não conseguir expressar todo o meu entusiasmo. Mas vamos lá, algo de bom tem que sair.

Arthur Dent, 30 anos, moreno, alto, dono de um humor sarcástico, trabalha em uma estação de rádio e nunca está em paz consigo mesmo.
Tudo começa em uma (quase) normal manhã de quinta-feira. Arthur levanta não se sentindo muito bem decorrente de uma ressaca causada pela noite anterior. Como de costume, vai fazer suas tarefas diárias, enquanto escova os dentes, ainda dormindo, enxerga dois tratores amarelos pela janela.

"Quinze segundos depois, Arthur estava fora da casa, deitado no chão, na frente de um trator grande e amarelo que avançava por cima de seu jardim."
(Página 13) 

O grande problema era que o Conselho Municipal precisava construir um desvio, e isso incluía demolir a casa de Dent. Arthur não queria o desvio, óbvio. O que ele fez? Se atirou na frente do trator pra causar comoção. Sentiu o drama? Pois bem, continuemos.

Na estória existe Ford Prefect (que exagerou na escolha do nome), um amigo íntimo de Arthur. Ele é um E.T (o Ford, claro) disfarçado de humano-ator-desempregado. 

"Não era alto a ponto de chamar a atenção, e suas feições eram atraentes, mas não a ponto de chamar atenção. Seus cabelos eram avermelhados e crespos e ele os penteava para trás. Sua pele parecia ter sido puxada a partir do nariz. Havia algo de ligeiramente estranho nele, mas era algo muito sutil, difícil de identificar. Talvez os olhos dele piscassem menos que o normal, de modo que quem ficasse conversando com ele algum tempo acabava com os olhos cheios d'água de aflição."
(Página 16)

Ford era o pesquisador de campo do fabuloso livro "O Guia do Mochileiro das Galáxias".
Ele persuade Arthur a se levantar e o acompanhar, mas não para algo muito melhor que ficar deitado na lama:

" - Mas será que podemos confiar nele? - perguntou.
  - Eu, por mim, confiaria nele até o fim do mundo.
  - Ah - disse Arthur. - E quanto falta para isso?
  - Cerca de 12 minutos - disse Ford. - Vamos, preciso beber alguma coisa." 
(Página 23)

A Terra é destruída e adivinha como eles "se safam" dessa? Pegando carona em uma nave espacial, claro.
E à partir daí meu coração palpita para contar cada detalhe dessa viagem, mas é claro que eu não posso, senão essa resenha seria inútil, já que o intuito é despertar em vós o desejo de ler este livro que nos faz entrar em pânico (mesmo que faça um apelo na capa para tal) junto com os personagens.

Logo para o fim do livro, nos pegamos pensando na "Resposta à Grande Questão", no sentido da vida.. e aí?

Sim, essa resenha tem mais quotes do livro do que o esperado, mas já que não consigo me expressar, preciso que vocês leiam diretamente do livro e percebam do que se trata. Não, eu não estou ganhando para fazer essa resenha nem precisaria.

Lendo no metrô ou no ônibus, me peguei várias vezes rindo sozinha (ou não) com as ironias de Arthur e já me sinto parte dessa aventura. Não vejo a hora de ler o segundo livro e quem sabe fazer uma resenha mais completa e coesa. Me desculpem se isso parece mais um comentário sobre o livro do que uma resenha.  

Eu só sei de uma coisa: quero ir logo para o Restaurante no Fim do Universo. 

5 comentários:

  1. Estou com este livro aqui para ler e pela sua resenha deu pra perceber que podemos "filosofar" bastante.

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  2. O famoso livro que deu inicio ao dia da toalha!! ouço tanto falar dele e sou doida pra ler!!
    www.bolasdemeia.com

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  3. Eu nunca li esse livro, apesar de ouvir muito falar nele! Depois de ler sua resenha, eu fiquei com muita vontade de ler! *--*
    E poxa, você consegue ler no metrô/ônibus sem passar mal? Que inveja. ; - ;

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  4. Aaaaah!
    Quero muito ler!!!
    Bom domingo pra ti!!!

    Bejus

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  5. Já vi algumas resenhas mais nunca li, vou procurar.

    Seguindo :*

    http://chitafilo.blogspot.com.br/

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