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Mostrando postagens com o rótulo BEDA 2015

"Perto do fim começamos a pensar no começo"

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"Perto do fim nem eu mesma me reconheço". É, chegamos ao fim do BEDA. 31 dias. 31 textos [ou tentativas de]. Muitos blogs, muitas pessoas perdendo sua sanidade mental, outras encontrando. O BEDA ajudou a me encontrar, me deu inspiração e ao mesmo tempo me deixou sem ideias, me fez todos esses dias tentar encontrar algo bom ou interessante nesses dias loucos de Agosto. E acabou. E isso é triste, sabe? Por mais idiota que seja. Foi bom, foi difícil, mas foi bom. Foi mais bom do que mau.  Eu concluí um projeto. É pequeno mas é tão grande, sabe? Lembro de lá em meados de 1900, quando entrei naquele projeto fotográfico 365 dias.. Acho que durou uns 40, hahahahaha. Mas não me tornei nem pior nem melhor por isso. A gente cresce sempre.  Foi extremamente lindo participar, descobrir (oi, Ana  <3) e continuar acompanhando tantos blogs. Eu entrei em uma pausa bloguística nos últimos tempos. Escrevia algo aqui e ali, na maioria das vezes quando estava triste e apena...

Pensamentos (aleatórios) de um domingo à noite

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Estava aqui pensando sobre falar abobrinha o que falar e resolvi que vou falar um pouco sobre tudo que estou pensando neste exato momento, por isso, não espere nada muito interessante.  Hoje, após arrumar a vida  o quarto, lavar o banheiro e as roupas da vida toda, senti muita vontade de tomar vinho, fazia tempo que não tomava. Aproveitei que o dinheiro caiu na conta e fui comprar uma garrafa na padaria [maior roubo]. Gosto bastante de vinho, acho que se deixar eu tomo uma garrafa sozinha. Cerveja eu gosto, mas se tiver vinho, eu troco. Não aprendi ainda a beber tequila e esses negócios aí, mas caipirinha... se for de morango então, me dá! Não, mãe, não estou virando alcoólatra.  Como detesto esmalte com glitter, não sei por qual motivo ainda compro, deve ser por que sou otária mesmo. Pintei apenas UMA unha com o bendito e gastei quase 2L de acetona. Mentira, claro que não, mas gastei bastante. Estava com um esmalte cor de bosta  meio bege meio marrom ...

2. A moça da esquina do Jazz

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Esse post faz parte do Projeto 1001 pessoas que conheci antes do fim do mundo, inspirado  neste blog . Desde que me mudei para São Paulo, há exatamente quatro anos, sempre gostei de caminhar pela Avenida Paulista, por mais clichê que isso pareça. Mesmo gostando muito, fiz isso pouco durante três anos, por falta de tempo, por não marcar encontros por lá e outros tantos motivos. Este ano, quando resolvi que iria fazer cursinho mesmo estando no último ano da faculdade, escolhi a unidade da Paulista por simplesmente ser o lugar mais incrível para se estudar. A Avenida Paulista sempre representou para mim muitas coisas, diversos sentimentos e mesmo hoje, depois de tantas alegrias, fiquei ainda mais confusa sobre qual sentimento esse lugar exerce sobre mim. É onde se encontra pessoas de todos os tipos de culturas, lugares e classes. Na mesma calçada você esbarra em ricos e pobres, mesmo estes caminhando tão distantes na vida, na Paulista eles compartilham o mesmo caminho, nã...

1. Série do momento: Call the Midwife

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* Pode conter spoilers, pois a emoção é muita A história se passa em Londres na década de 50 e é baseada nas memórias de Jennifer Worth.  Quem representa Jennifer é Jenny Lee (Jessica Raine), a personagem principal é uma parteira recém formada que resolve atuar como voluntária  no Convento Nonnatus, com um grupo de freiras [o que ela só toma conhecimento quando chega no local, haha], oferecendo ajuda à uma população de baixa renda. As freiras [muito simpáticas, por sinal] dão aulas e treinam as jovens para atuarem como parteiras.   A missão de Jenny é garantir que o maior número de mães e bebês consigam sobreviver ao parto, entretanto, a baixa qualidade de vida e diversos problemas de saúde que as  mulheres enfrentam durante a gestação tornam o trabalho de Jenny e das freiras mais difícil.   Eu posso dizer o quanto estou apaixonada? Que chorei logo no primeiro episódio? Pois é, não dava nada para a série até ficar sem energia em casa, ligar a int...

Dá pra viver sem guarda-chuva

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Eu gosto de chuva, estamos precisando dela [tá faltando água sim!], mas se tem uma coisa que me deixa louca é gente que não sabe usar guarda-chuva NA CHUVA [sim, porque às vezes eles usam no sol]. Hoje foi ainda mais difícil de levantar, ventava muito e sair da cama foi um baita sacrifício. Quando estava quase saindo de casa, começou a chover. Sabe aquela chuva que não molha seu cabelo direito nem seus pés, MAS O SEU CORPINHO TODO? Pois é, aquelas “chuvas de lado”, sabe? Bem, resolvi que não ia pegar o guarda-chuva, por três motivos: 1. Não ia adiantar de nada, já que da cintura para baixo iria molhar mesmo [eu não suporto os meus pés molhados, já que eles nunca esquentam] 2. Detesto guarda-chuva pingando, fechar guarda-chuva e pior ainda: pegar ônibus lotado com guarda-chuva 3. AS PESSOAS NÃO SABER USAR GUARDA-CHUVA Nunca achei que guarda-chuva adiantasse muita coisa, como não faço chapinha, então, meio que não ligo. Claro que hoje, por exemplo, meu cabelo ficou det...

Declaro amor ao despertador

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Olha, eu preciso agradecer. Por mais insuportável que seja todo e qualquer som que eu use, se não fosse ele, eu não poderia apertar "mais dez minutos" e virar para o lado, pois provavelmente eu perderia a hora. Sei que a maioria das pessoas o odeia, mesmo ele sendo celular, tablet ou sei lá, mas se não fosse o tal despertador, ah, eu perderia o emprego, as aulas do cursinho e a vida. Levantar cedo tem sido uma tarefa difícil no últimos dias, me sinto mais cansada que o normal e se for ver, nem tenho feito tudo que deveria/gostaria. A cama me consome, as cobertas estão quentinhas e não sinto a mínima vontade de levantar, mas é necessário. Quando ele toca eu não sinto raiva, eu fico triste, mas eu sei que preciso e se não toca, preciso sair às pressas, louca e descabelada [o normal é assim também]. ( Daqui ) Hahahaha Gosto da imagem, mas sem o despertador me puxando, é como se ele me desse a mão, porque se depender só de mim, não consigo não. *drama* Tá aí, algo ...

Se me perguntarem qual é o meu lugar

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Acho que a primeira vez foi aos oito anos, em Guaratuba-PR. A primeira vez que vi o mar. Desde então é o lugar que eu mais amo estar. Se eu pudesse, iria à praia todos os finais de semana. Eu não sei explicar, é uma paz, é como se algumas horas apenas olhando o mar me trouxesse todas as energias de que preciso. Entrar na água me cura, me limpa, me torna outra pessoa. A areia me faz bem, até engolir água salgada eu gosto [nem sempre, claro]. Um dos meus sonhos, por mais besta que pareça, é morar em uma cidade que tenha praia. Fico imaginando se as pessoas que tem fácil acesso à praia levantam as 6h da manhã para correr, tomar um banho de mar ou se só por abrir a janela já se sentem melhores. Imagina sair do trabalho cansado e dar um pulo na praia para espairecer? Esses dias comentei que se em determinado dia que estava chateada com a vida eu pudesse ter ido à praia, tenho certeza de que tudo teria se resolvido mais facilmente. Faz tempo que não vou à praia, acho que a última ve...

Pé de cachimbo

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Quando acho que tudo entrou nos eixos e era apenas a TPM, descubro que há mais mistérios entre o céu e a terra do que eu imaginava. Ando mais esquecida que tudo, a vontade de fazer o que tem de ser feito é zero e a vontade de mudar é muita, mas acaba que no final, fica pouca. O BEDA tem necessitado de tempo mas a inspiração e disposição, muitas vezes é pequena. Me vejo em uma montanha-russa de emoções, exatamente como a Ana descreve aqui . Hoje é domingo [pé de cachimbo], estou cansada e definitivamente apenas pensando o quão agradável será deitar meu corpinho na cama, mas infelizmente ter que levantar cedo não é a mais animadora das ideias, então pretendo, assim que terminar esse projeto de texto sobre bad errada, pegar meu pote de Nutella, uns morangos e me afundar. É, parece que a tal tensão menstrual dura ANTES, DURANTE E DEPOIS. Ou será apenas o TCC e afins. Mas sobreviveremos.  (Passe o mouse) Joguei no Google e essa foi a imagem que apareceu para alegrar o tex...

Receita da casa

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Desde que me conheço por gente eu gosto de cozinhar. Acho que peguei isso da minha mãe, sempre a via cozinhando em todos os rolês, fosse em casa, na casa de tia, etc. Tudo o que a minha faz é delicioso, desde pão até arroz, feijão e bife. Lembro do primeiro bolo de chocolate que fiz, era meu aniversário, fiquei super empolgada, já o bolo... desandou! haha Parecia bolacha, mas eu fiquei muito feliz e desde então, com uns 10 anos, nunca mais parei.  Depois dos bolos passei para o café [que hoje é meu vício], aprendi a fazer arroz [vivia deixando queimar e esquecia o sal] e algumas outras coisas. Claro que no início era mais uma atividade que fazia parte "das obrigações da mulher", mas eu não me importava muito, sempre gostei, só não queria que viessem encher meu saco quando eu não estivesse afim de fazer só porquê ~~eu era mulher~~. Eu não sei ao certo quando a minha mãe fez strogonoff pela primeira vez, eu lembro que era muito caro para fazer para a família toda, ent...

Este não é um texto triste

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Tem sido difícil conviver comigo desde a última semana. Gosto de culpar a TPM porque assim eu sei que tem data para acabar todo esse drama. Mas a verdade é que ando ansiosa e estressada demais, assim o coração não aguenta, né não? O primeiro semestre foi extremamente difícil em todos os termos, muita coisa boa aconteceu, como sempre, mas eu andei mais chorona e raivosa que nunca. Mas eu sabia que o segundo haveria de ser melhor e mais calmo, apesar de todas as obrigações. Cá estou eu, adentrando o segundo semestre do ano e chorona novamente. Mas agora é diferente, claro que existe o medo de como será tudo no final, mas há um coração pulando de ansiedade aqui dentro. É TCC pra terminar de ser escrito, é matéria de exatas que não me larga, é projeto de iniciação científica pedindo para ser desenvolvido, é estágio, é a vida de gente grande batendo a porta e existe a cama que me chama ~~todos os dias~~. Mas esse não é para ser um texto triste, sabe? Eu preciso dizer que apesar do ...

Sobre ser simples e ter equilíbrio

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Hoje no cursinho, na aula de Literatura com o professor mais lindo de todos, aprendemos sobre o período do Arcadismo (ou Neoclassicismo), as poesias desse tempo possuem algumas características como retorno ao equilíbrio, ideal de simplicidade e naturalidade, etc. Discutimos muito about, logo gostei e me identifiquei, imaginando o que poderia escrever (que fosse interessante ou não) sobre. Às vezes eu queria fugir da cidade, assim como aqueles poetas. Ir para o campo e acalmar os ânimos. Esquecer da correria, do estresse, das chateações da cidade grande das quais ainda não me acostumei, mesmo depois de 4 anos. Poderia ser em plena quarta-feira, largar tudo, pegar a mochila e só voltar no domingo. Ou não voltar. Às vezes eu falo para ele me acompanhar, para termos uma vida mais tranquila, mas quem nasceu e cresceu aqui pouco entende desse buraco no peito que a gente, do interior, sente lá de vez em sempre. Vontade de correr para o colo da mãe, chorar, rir, chorar de tanto rir, comer...

1. A mulher do metrô que não aceitou minhas desculpas

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Esse post faz parte do Projeto 1001 pessoas que conheci antes do fim do mundo, inspirado neste blog . Ou: o meu nível de desastre master. Eu sabia que essa sexta-feira não seria das melhores a partir do momento que ~~atrasada~~ entrei no ônibus LOTADO, com apenas uma porta de saída. Pausa para explicação. Eu tenho pavor de ônibus lotado quando o meu ponto está próximo e eu tenho CERTEZA de que vou morrer e não conseguirei sair. A questão é que não consigo pedir licença porque tenho medo das pessoas, elas fingem que não me ouvem, fazem careta e não me deixam sair. Para aliviar o tormento, fico feliz quando entro naqueles ônibus com duas portas de saída, sabe aquela ao lado do cobrador? Pois é, elas me deixam acreditar que será possível sair um dia. Não sou fresca, querido. Simplesmente não sei lidar com um monte de gente que não me ouve quando eu peço licença. Pois bem, consegui sair, esbaforida e fuzilada, mas consegui. Cheguei na estação do metrô feliz e contente, on...

O álbum que eu mais ouvi essa semana

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Eu não canso de ouvir Sara Bareilles. A música "Brave" (Corajoso) não sai do repeat, assim como todas as outras músicas do álbum The Blessed Unrest. Em sei que a conhecia de algum lugar, não sei, de repente a vi nas sugestões do Spotify e não parei mais de ouvir. Tem me feito bem, não me canso de pular com as músicas agitadas dela e me encantar com a sua voz doce. Ouçam e não tirem do repeat:

Metade de mim é sono, a outra metade também

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São exatamente 22h30. Estou com sono, MUITO sono. Vou explicar o porquê. Como relatei no post anterior, minhas férias acabaram e parece que agora as coisas vão começar de vez. Mas não é por isso que estou cansada. Nas férias eu fiz o que estava afim e com cabeça para fazer: assisti minhas séries e dormi, além de ir para o estágio, claro. Não vou dizer que não descansei, mas talvez eu precisasse de mais tempo para recuperar as energias, não sei. Só sei que sinto muito sono e uma vontade imensa de fazer "vários nada" (li no twitter). Mas como sei que não é possível viver de luz, digamos que ontem (quando começaram de fato as minhas aulas) eu senti que o semestre começou e que eu tenho um TCC para apresentar no final do ano, então, bora lá. Faço cursinho pré-vestibular aos sábados, das 9h às 20h. Sim, 11h dos meus sábados são dedicadas ao cursinho e eu estou muito feliz (e com sono). Se sou louca por estar terminando o meu TCC e ainda pensando em outro vestibular? Sim...

É, acho que a festa acabou

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Ou no caso, as minhas férias.  Oficialmente, hoje começaram as minhas aulas da faculdade. Nesse semestre (o último, graças) tenho apenas duas aulas por semana e as duas lindas são na sexta-feira, para a minha alegria. Elas são: Psicologia aplicada ao Turismo e Matemática Financeira. Depois de tantos momentos enlouquecedores, me deparo com a reta final, enfim com o TCC e o pesadelo da banca, mas feliz e com o coração tranquilo: irei encerrar esse ciclo. Hoje conhecemos o professor de Psicologia que nos fez formar uma roda na sala e nos pediu que falássemos sobre nós. Confesso que estava com saudades disso, não que eu ame ficar formando círculos e falando sobre mim, mas é engraçado como depois de tanto tempo na faculdade e convivendo com tantas pessoas, não as conhecemos de verdade. Acho interessante como muitos têm dificuldade em falar sobre uma característica pessoal sua, assim como eu também. O professor de Psicologia pediu que falássemos nosso nome, nossa idade, se a...

Por um mundo onde existam menos "chegar lá"

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Visitando o blog da Cinthya Rachel   encontrei esse texto , inclusive no qual ela deixa uma pergunta e eu resolvi refletir sobre o assunto. Você já deve ter ouvido expressões do tipo: Joãozinho chegou LÁ. E com certeza esse LÁ onde ele chegou significa que no mínimo ele tem dinheiro, um emprego considerado "bom", uma família bonita e tudo mais que inclui chegar "lá". Afinal, o que é chegar LÁ? Eu nunca tive muitos ideais relacionados a ficar rica, ser uma pessoa famosa ou algo do gênero. Para alguns isso pode ser considerado falta de ambição, mas para mim não, sempre tive outros projetos. Desde pequena eu quero ser professora. Às vezes acho que isso torna-se até um pouco chato de tanto que eu pontuo e reafirmo isso, mas é o que eu quero. Por mais medo que eu sinta por não saber exatamente que caminho tomar, eu sinto que é o que me fará feliz. Como eu sei? Na verdade eu não sei.. eu apenas sinto que nasci pra isso. Tentei outros caminhos, juro, mas não deu.. E o...

TAG Perguntas insanas

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Hoje bateu a preguiça e resolvi adaptar a TAG 100 perguntas que ninguém pergunta que encontrei na internet. Separei as 20 primeiras e as nomeei de Perguntas Insanas (podia?). Caso você saiba quem criou a TAG ou seja essa pessoa, manifeste-se, mas não brigue comigo por ter adaptado, haha. 1: Você dorme com as portas do seu armário aberta ou fechada? FECHADA, COM TODA CERTEZA.  Não gosto, tenho medo de armário aberto. 2: Você leva embora os shampoos e condicionadores dos hotéis? Claro. 3: Você dorme com seu edredom dobrado pra dentro ou pra fora? Olha.. eu o deixo esticado geralmente pra fora, mas se o frio for medonho eu deixo pra dentro. 4: Você já roubou uma placa de rua? Não. Nem risquei nenhuma. Na verdade, nem reparo em placas. 5: Você gosta de usar post-it? I LOVE. Aceito uma caixa, daqueles coloridos, tá? <3 6:  Você mastiga suas canetas e lápis? Sim.. é feio e nojento, eu sei. 7: Você prefere ser atacado por um urso ou um enxame ...

Indisposição existencial

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São exatamente 21h51 de uma terça-feira normal, se não fossem pelo mau humor e estresse típicos. Como procrastinar faz parte e eu sou boa nisso, claro que meu BEDA não sairia de manhã e eu só tive maturidade o suficiente para escrever algo agora, mas eu explico o porquê (o que não se torna muito útil, já que eu sempre escrevo tarde). Levantei da cama hoje já pensando em quando voltaria para encontrá-la, o que é normal e aceitável, claro. Como havia ido dormir tarde e levanto às 5h30, meu corpinho só desejava a cama e é isso. O dia foi calmo, mas o mau humor atacou, então, na minha visão nada mais importava se não a minha cama. Sabe aqueles dias em que você não faz esforço para socializar? Não faz esforço para ser legal? Não faz esforço para ser alguém maduro o suficiente para driblar o mau humor? Não quer ouvir a voz de ninguém? Pois é, hoje eu estava assim. Depois de passar toda a manhã desejando a minha cama, feliz por esse semestre ter aula só de sexta-feira, volte...

Eu escrevo para quem?

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Um gole de Coca sem gás pra começar.  Eu tinha certeza de que esse projeto teria um lado bom, já que o fracasso é quase que premeditado, precisava sentir que ele seria mais que um projeto qualquer que "nos obriga" a escrever todos os dias durante o mês de Agosto. Vejo que estava certa, pelo menos se tratando da pessoa que vos fala, este projeto tem feito muito mais do que apenas me deixar nervosa por não saber o que escrever. Afinal, eu escrevo pra quem? Eu escrevo pra alguém? Por que eu escrevo? E é sobre isso que eu quero falar, seja pra alguém ler e refletir, concordar ou discordar, seja pra eu aprender mais. Tudo começou quando abri o blog Bonjour Circus , do qual gosto muito por sinal, e me deparei com esse post no mínimo interessante.  Levei uns bons tapas na cara, o que me foi muito útil, pois estava precisando. Indico com todas as minhas forças, pois sei que muita gente precisa ler e refletir, da mesma forma que me fez, a ponto de eu sentir que...

Sobre a marca que eu quero deixar

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Nesse exato momento eu tenho certeza de que sou louca e que talvez esse projeto BEDA não dure mais que uma semana, desculpa Dani . Eu estava escrevendo sobre minhas séries favoritas mas de repente percebi que não queria falar hoje sobre isso, mas sobre algo em que venho pensando há tempos e escrevi recentemente: eu quero ser lembrada por ter feito o quê? Eu me pergunto todos os dias e atormento o Rodrigo sobre qual é o verdadeiro sentido de tudo isso, da vida, do universo e tudo mais. Qual é o nosso dever, se há algum. Então vamos lá, porquê eu já não sei mais sobre nada. Parece triste pensar como se não estivéssemos mais aqui, mas eu quero ser lembrada por algo bom. Eu quero ser lembrada por ter sido alguém sem preconceitos, que ajudava quem quer que fosse. Alguém que sabia sorrir apesar das dificuldades e sempre encontrava um lado positivo pra tudo, ou quase tudo. Quero ser lembrada por ter tido senso de humor, ter sido sincera sem machucar ninguém, independentemente de qualquer...